O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MNE) disse, ontem, que a Tanzânia já tomou a decisão de não construir campo de refugiados para pessoas vítimas da violência em Cabo Delgado. Contudo, o país assegurou a Moçambique, repatriar os cidadãos que chegam aquele país devido ao terrorismo. O porta-voz do MNE argumentou que Tanzânia assim o faz por segurança, mas sem dar detalhes.

“O que acordámos com a Tanzânia é que eles vão proteger os nossos cidadãos sempre que entram lá. O que eles fazem é transportá-los da fronteira de Namoto, percorrem uns 250 ou 300 quilómetros com a proteção tanzaniana até à fronteira de Negomano no Niassa, onde se julga que a situação é mais segura, e são devolvidos para o território moçambicano”, explicou.

As justificativas do dirigente surgiram depois que jornalistas o questionaram sobre as acusações o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que disse que Tanzânia negou abrigo a 3.800 pessoas que fugiam da guerra em Cabo Delgado.

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