Tal como avança o “Ikweli”, cerca de 300 refugiados do terrorismo em Cabo Delgado estão assentados no posto administrativo de Namialo, distrito de Meconta, na província de Nampula. (Consulte aqui).

O Jornal sediado na cidade de Nampula avança que a vida dos refugiados está precária devido a diversos factores, desde a falta de condições nas famílias que albergaram as vítimas da insurgência e a falta de apoio pelas autoridades.

“Não temos redes mosquiteiras e aqui somos picados por mosquitos. Agradecemos ao Governo, mas pedimos que nos concedam alguns sítios para que descansemos, porque lá a guerra continua, até todas as casas já foram queimadas”, relatou Maita Toshi, uma das refugiadas que apresentou as preocupações ao Secretário de Estado da Nampula, Mety Gondola.

“Eles estão a matar muitas pessoas lá. Não sei sobre o número porque saí a fugir para o mato. Mas quando chegam na povoação, dizem que nós queremos muçulmanos; dizem que não querem pessoas que andam sem religião como um animal. Nós somos muçulmanos, mas eles falam muita coisa, têm muitas formas; até quando você corre para o mato eles também vão para lá”, acrescentou a fonte.

Segundo Adelina Mucala, chefe do posto administrativo de Namialo, citada pelo “Ikweli”, a probabilidade de o número de refugiados aumentar nos próximos dias é maior, uma vez que diariamente tem recebido pessoas.

Conforme o “Ikweli”, as vítimas do terrorismo em Cabo Delgado refugiadas em Namialo chegam a estatelar-se, em apenas uma casa, cerca de de 30 pessoas.

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